Programa é extremamente importante para Pernambuco por ajudar na preservação da Caatinga, um dos biomas do estado
Nesta quinta-feira, dia 21, a Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha de Pernambuco (Semas-PE) e a Agência Estadual de Meio Ambiente CPRH participaram da reunião de consolidação do planejamento do Eixo Proteger, no âmbito do Pacto Pajeú Sustentável, em Afogados da Ingazeira, no sertão pernambucano.
Foram discutidas ações relacionadas à conservação, recuperação e sustentabilidade. Também estiveram presentes representantes do Centro Sabiá, do COBH Pajeú, do IDH, do CAP e do IFPE.
Na quarta (20), a equipe da Semas foi recebida pela coordenação do Pacto no Centro de Apoio ao Produtor (CAP), para discutir a integração de dados ambientais e as ações no território. Deste momento, também participaram o WRI (online) e o IFPE.
Tanto o Pacto quanto o CAP são iniciativas que ocorrem no contexto do Projeto Raízes da Caatinga, coordenado pelo WRI no Sertão Pajeu pernambucano. A Primeira Oficina do Pacto Pajeú Sustentável para Avaliação de Oportunidades de Restauração (Roam) aconteceu em setembro do ano passado.
O projeto é fruto de uma parceria entre a instituição IDH e a filial da World Resources Institute (WRI) no Brasil, que desenvolvem o Programa Territórios Sustentáveis no Semiárido Brasileiro. Esse programa está estruturado na tríade de pilares ‘Produzir, Proteger e Incluir (PPI)’, que engloba, além do território do Pajeú, em Pernambuco, o do Cariri Ocidental, na Paraíba, e o do Sertão do Apodi, no Rio Grande do Norte. Nesta semana, o encontrou promoveu a integração do Eixo Proteger.
“Por ser um pacto que engloba mais de um município, é importante a atuação do governo do estado, através da Semas, para dar o apoio necessário para que esse projeto seja implementado da melhor forma possível, fazer as articulações políticas necessárias e também disponibilizar os recursos que a gente pode disponibilizar, que também possam ser necessários”, afirmou a Gerente Geral de Biodiversidade e Florestas, Maíra Braga.
Ela também destacou que o programa é extremamente importante para Pernambuco por ajudar na preservação da Caatinga, um dos biomas do estado, e ressaltou que a agricultura local também será beneficiada.
