Mudas foram plantadas na última segunda-feira (5), primeiro dia do ano letivo da rede estadual de ensino

No Momento Educação Ambiental desta semana, a Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha de Pernambuco (Semas-PE) vai abordou as principais características das mudas nativas de Pernambuco que foram plantadas na última segunda-feira (5), primeiro dia do ano letivo de 2024 da rede estadual de ensino.

A iniciativa faz parte do programa ‘Plantar Juntos’, elaborado para incentivar o plantio e impulsionar o aumento da cobertura vegetal em todo o estado. O programa plantou mudas em todas as 1058 escolas estaduais de Pernambuco.

A equipe de Educação Ambiental, que está indicando, semanalmente, materiais, cartilhas, matérias, reportagens e artigos relacionados à temática, separou informações das espécies plantadas nos centros de ensino, como as características, utilização, simbolismo e distribuição no país. A postagem foi ao ar nas redes sociais da Semas na última quarta-feira (7).

Algumas dessas espécies são a Craibeira do Sertão, Ipê Roxo, Pau Ferro, Ipê Amarelo e Ipê Branco.

A Craibeira do Sertão é uma árvore que pode alcançar até 20 metros de altura e conta com um caule de casca acinzentada e espessa, além de ter distribuição em todo o país. Além disso, é uma espécie que possui grande propriedade medicinal. Acesse o artigo https://l1nq.com/EMf2U, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para mais informações.

O Ipê Roxo também pode ser encontrado em todo o país, especialmente no Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Pode chegar a até 30 metros de altura. Essa árvore possui folhas com uma coloração roxa exuberante e inconfundíveis, mas, devido ao seu potencial madeireiro e farmacológico, sofre com a extração desenfreada, o que dificulta a sua conservação e o coloca na lista de espécies quase ameaçadas de extinção, Segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (UICN). Acesse os links https://l1nq.com/MnlEN e https://acesse.dev/kXpCf para mais informações.

A espécie popularmente conhecida como Pau Ferro tem ampla distribuição no Norte e Sudeste e pode alcançar, assim como o Ipê Roxo, cerca de 30 metros de altura. Apresenta uma madeira densa e pequenas flores amarelas e conta com propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, analgésicas, antioxidantes e hipoglicêmicas. Para saber mais, acesse https://acesse.dev/0GNvI.

Já o Ipê Amarelo ou simplesmente ‘Pé de Cuscuz’, como é conhecido no Nordeste, tem a madeira densa e nobre como a sua principal característica. Chega a até 14 metros de altura e, como o nome já sugere, possui uma grande densidade de folhas amarelas. É frequentemente associada à beleza, renovação e vitalidade, além de ter um grande apelo urbanístico e paisagístico. Para aprender mais sobre o Ipê Amarelo, acesse os links https://l1nk.dev/JFm9Y e https://identify.plantnet.org/pt-br/k-world-flora/species/Handroanthus%20ochraceus%20(Cham.)%20Mattos/data.

Por fim, o Ipê Branco pode atingir 16 metros de altura. Tem características semelhantes às do Ipê Amarelo, apenas se diferenciando pela cor das suas folhas. Pode ser encontrado nos biomas do Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado. Está associado à pureza, paz e renovação, além de possuir um alto valor ornamental e madeireiro, tendo, assim como o Ipê Amarelo, grande importância no papel de polinizador na natureza. Para saber mais, acesse https://encr.pw/458Fr.

“O Momento de Educação Ambiental dessa semana está dialogando diretamente com o programa Plantar Juntos Educação, que começou essa semana. É uma ação muito importante para o desenvolvimento da prática pedagógica no ambiente escolar, através da sensibilização dos alunos, quanto à questão da importância do reflorestamento e da recuperação das áreas”, ressalta a analista ambiental da Semas-PE, Anielise Campêlo.

“Essa questão de levar o conhecimento científico para as pessoas de maneira fácil, corriqueira e de um jeito que faz parte do cotidiano das pessoas é o que chamamos de ciência cidadã”, finaliza.