Mais um legado importante que a CIRSOL deixa para a conservação ambiental e o enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas no Brasil

Apesar de ser apenas a primeira edição, a Cirsol – I Conferência Internacional de Resíduos Sólidos já está marcando história no Brasil, deixando importantes legados para a conservação ambiental e o enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. Um exemplo foi o que aconteceu na tarde desta quinta-feira (17/03), no Centro Cultural Cais do Sertão: o lançamento do Observatório Brasileiro de Resíduos Sólidos. Estiveram presentes no evento: o secretário estadual de Meio Ambiente, José Bertotti; o representante da Associação Internacional de Resíduos Sólidos – ISWA, Carlos Silva; a vice-presidente do Conselho do Pacto Global da ONU, Solange Ribeiro; a presidente do Instituto de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente – ICIMA, Ana Paula Rodrigues; e a representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, Ieva Lazareviciute.

Secretário José Bertotti fala sobre a importância do lançamento do Observatório

“Fazer o lançamento do Observatório como um centro de articulação, monitoramento e de propagação de boas práticas é um bom legado para a Cirsol, mas eu acho que mais ainda: é uma necessidade”, enfatizou o secretário estadual de Meio Ambiente, José Bertotti. O secretário falou ainda que além das questões de monitoramento e das ações que é preciso ter para avançar nas políticas de resíduos sólidos, as metodologias e a aplicação da legislação brasileira só têm a valorizar e ser uma grande contribuição socioambiental para a gestão pública.

Carlos Silva, da Associação Internacional de Resíduos Sólidos – ISWA, destacou a importância da Cirsol e do lançamento do Observatório no evento. “É muito gratificante testemunhar que nós fazemos parte de uma primeira iniciativa que, ainda em seu curso, já está deixando um legado para a sociedade, já está rendendo frutos. Nós não precisamos esperar acabar a Cirsol para olharmos o que a Cirsol nos deixou, nos proporcionou, mas estamos aqui para justamente lançar o observatório que é o legado da maior importância dessa conferência. Não é fácil você monitorar um tema, alguns objetivos, mas é necessário, é extremamente necessário, ainda mais quando se trata de resíduos sólidos, que é uma agenda transversal a vários setores e que nasce justamente da nossa atuação como indivíduo na sociedade. O resíduo não nasce do solo, não brota do chão. O resíduo é um ato diretamente relacionado a uma ação do ser humano”, disse Carlos Silva.

“Meu desejo é que partir desse momento de grande publicidade, de grande visibilidade da iniciativa junto a todos que estão presentes aqui nessa sala, junto a todos que estão aqui na conferência como um todo, acompanhando tanto presencialmente quanto à distância, que a gente siga no uso do observatório, dos seus conteúdos que estão à disposição de todos, para trabalhar, para incentivar, trocar e inspirar”, disse a representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, Ieva Lazareviciute.

Fotos: Pedro Caldas/Semas PE